I
I can’t promise you that I won’t
let you down
And I
I can’t promise you that I will
be the only one around
When your hope falls down
But we’re young
Open flowers in the windy
fields of this war-torn world
And love
This city breathes the plague
of loving things more than their creators
Cattleia Meristema
by Rob Lee on Flickr.
Quantos versos e estrofes precisar apagar para descrever, precisamente, toda a perfeição e tormento que sinto, farei. Porque não sou mais um fantasma dos teus pensamentos. Não sou mais uma flor espelhando tua beleza. A perfeição agora habita meus olhos. A minha visão não mais lhe cabe, pois não enxergo mais aquele futuro tão translúcido e pálido… Tão leve quanto o sonho que não sonho mais. Não. Não sou mais alguém que ama para ser amada. Eu amo! Amo nos recônditos da minha alma e mente. Amo lucida e genuinamente.
Apenas uma semana beirando a loucura. Uma semana habitando a linha tênue e exata do perfeito e do inadmissível! Horas de torpor e alegria onde aprendo a nunca implorar. Nunca pedir. Não me importar. Não deixar o meu lugar, que é tão meu. É tão profundo e pleno como o céu. Como um oceano de ações ocultas… Não. Não preciso do teu Sol, do teu brilho. Eu desejei não ser mais eu, para ser o que você quisesse… Nunca. Tão imperfeito para desejar me moldar, me intender, me domar e me amar. Por isso sofro. Sofrerei por essa extremidade, por essa eloquência, por esses desejos que são como maré contra minha sanidade. Mas, uma hora devemos pular para um dos lados. E que seja o lado seguro e límpido em que piso agora, que minha mente se fixe. Pois que fora desta órbita, tão egoísta e gostosa, não há paz. Desejo te amar, mas não viver por você, como você e com você…